quarta-feira, 19 de outubro de 2016

A Garota Da Casa Verde

Foi quando vi-te passar:
de terra era a estrada,
que aos poucos se molhava,
da chuva que negava-se a parar.

Teus loiros cabelos o vento soprava;
de teus passos incompletos,
de graça repletos,
que a meu coração chamava.

Era teu rosto, angelical;
eras um anjo, decerto,
nos ares do litoral.

E então passaste por mim;
com teu olhar celestial,
que parecia não ter fim.

Um comentário: