Foi quando
vi-te passar:
de terra era a estrada,
que aos poucos se molhava,
da chuva que negava-se a parar.
Teus loiros cabelos o vento soprava;
de teus passos incompletos,
de graça repletos,
que a meu coração chamava.
Era teu rosto, angelical;
eras um anjo, decerto,
nos ares do litoral.
E então passaste por mim;
com teu olhar celestial,
que parecia não ter fim.
de terra era a estrada,
que aos poucos se molhava,
da chuva que negava-se a parar.
Teus loiros cabelos o vento soprava;
de teus passos incompletos,
de graça repletos,
que a meu coração chamava.
Era teu rosto, angelical;
eras um anjo, decerto,
nos ares do litoral.
E então passaste por mim;
com teu olhar celestial,
que parecia não ter fim.
Não gostei
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