A corda que lhe tira do fundo do poço;
o sangue que por ti sangraria;
a carranca que por ti sorria;
a mão que enxuga as lágrimas de teu rosto.
O ouvido que sempre lhe ouviria;
nas horas frias o cálido abraço;
a fragilidade que se apoia em seu braço;
a armada resistência quando a tristeza domina.
O amor fraterno em sua mais bruta forma;
em meio à escuridão, a claridade;
a instantânea felicidade que sempre retorna.
A simples e pura sinceridade,
o velho afeto que sempre se renova;
e afinal, o que de nós seria sem a amizade?
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